Como você já sabe (e se você não sabia, talvez seja a hora de se informar), as abelhas estão em perigo de extinção e, se forem extintas, as consequências podem ser fatais. Eles polinizam as plantas, ajudando-as a continuar reproduzindo. Eles contribuem com cerca de 10% do valor económico da produção agrícola em todo o mundo, e seu trabalho ajuda milhares de pessoas ao redor do mundo a terem comida.

Embora pareça louco para alguns, o planeta trabalha em uma cadeia e, para quebrar uma de suas partes, todos nós seríamos afectados.

É por isso que um grupo de mulheres maias escolheu ajudar as abelhas sem ferrão a sobreviver. Eles começaram uma empresa chamada Educampo, que é sobre grupos de mulheres nativas ajudando a proteger a abelha maia e preservar a floresta.

Eles vendem produtos da meliponicultura, ou seja, a criação de abelhas sem ferrão.

A empresa já existe há 10 anos e tem uma longa história no México, dando-lhe a oportunidade de trabalhar com mais de 200 mulheres maias.

Todos recebem treinamento e assistência para aprender como cuidar de abelhas e como criar alimentos artificiais para quando as plantas precisam em tempos de baixo crescimento. O mel das abelhas ajuda-os a criar sabonetes, shampos, pós e cremes que eles vendem e com os quais são mantidos.

Se não fosse pelas abelhas, elas não veriam os frutos do seu trabalho. E vice-versa.

Educampo mostra ser um bom exemplo de como o nosso ecossistema funciona em menor escala, o que estará em sério perigo se não agirmos a tempo, se não mudarmos a forma como nos comunicamos com a natureza.

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