Já se disse por aí, que a perda de um animal de estimação é um dor comparável à dor da partida de um ente querido, portanto as imagens que se seguem podem deixar-vos com as lágrimas nos olhos, porque transmitem sensações de tristeza profunda.

O fotografo que se lembrou de criar esta iniciativa chama-se Ross Taylor e é professor assistente numa Universidade nos EUA. Durante cerca de 20 anos ele trabalhou como fotojornalista e fotografou momentos pós traumáticos pelo mundo.

Agora lembrou-se de criar um novo projecto, chamado “Last Moments” (traduzido significa “Últimos Momentos”), que cujo o objetivo é capturar em imagem, aquilo que as pessoas passam quando perdem um animal de estimação.

Com a orientação e autorização de clinicas veterinárias e os seus clientes Ross teve acesso a imagens inéditas, que permitiram reunir imagens que mostram a verdadeira ligação entre os humanos e os seus amados animais de estimação. O sofrimento é completamente notório e inegável.

“O foco do Last Moments, em parte, é ajudar aqueles que passam por este processo a saber que não estão sozinhos, e que sua dor não deve ser negligenciada, nem minimizada pelos outros. É real e doloroso,” diz Ross.

Afirma também que este foi um dos trabalhos que mais gostou de fazer e que o ajudou imenso a admirar o trabalho de todos os veterinários. A maneira como eles lidam com estas noticias dolorosas é simplesmente incrível.

Todas as famílias que estão aqui representadas nas fotografias autorizaram Ross a fotografar o momento. Ele afirma que o desgosto das famílias é tal que chegam a chorar às lágrimas e soluços, mas ao mesmo tempo mostram profunda gratidão para com a equipa veterinária.

“Há uma imagem particular de uma mulher que está angustiada e grita em voz alta a perda seu cachorro, apenas momentos depois que percebeu que ele havia morrido. Essa senhora passa a mão carinhosamente no rosto de seu cãozinho, enquanto seu marido e o veterinário, Dr. Dani McVety, estendem a mão para consolá-la. Foi um dos primeiros casos que presenciei e teve um impacto profundo em mim. Foi nesse momento que percebi a importância de documentar a intensidade do vínculo,” diz Ross.

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